Durante sua vida passou grandes
dificuldades financeiras, inclusive para criar a filha adolescente.
Nessa época ainda morava sozinha com
a filha, e a Globo, emissora na qual trabalhava, não estava chamando para novos
trabalhos.
A pensão do ex-marido não era alta e
só dava para o sustento da filha.
Sem grandes trabalhos, acabou
atuando em pequenas peças de teatro.
Ela fez um teatral chamado Lar Doce
Lar, até que o presidente da época, Fernando Collor, proibiu o teatro por causa
da censura.
Elizângela, então, por dívidas
acumuladas e falta de pagamento, foi despejada de seu apartamento, e passou a
morar com a mãe, economizando ao máximo para conseguir pagar o aluguel dela.
Desesperada, mandou a filha ir morar
com o pai, pois não queria a menina passando fome junto com ela e sua mãe.
Após alguns meses vivendo de
pequenas peças de teatro e passando necessidade para pagar o aluguel da mãe,
deu a volta por cima e enfim conseguiu novos contratos de trabalho através de
antigas amizades.
Financeiramente mais estável, voltou
a morar sozinha com a filha.
Neste período teve alguns namorados,
e até então não pensava numa segunda união, até que conheceu um homem com quem
decidiu viver junto.
Seu segundo casamento foi com um
empresário.
O matrimônio durou 8 anos, até
2001.
A separação foi amigável e se
tornaram amigos após o término.
Após essa separação, sua filha, que
é bailarina, já estava casada, e Elizângela foi morar sozinha.
Atualmente vive sozinha em seu
apartamento, está solteira e afirma estar muito bem e feliz.
Em
2016, assinou contrato
com a
Record
para fazer
A Terra Prometida, mas volta a Globo em
2017, fazendo a nova
novela das 9,
A Força do Querer
Afirmou não usar sobrenome em seu
nome artístico pois, seguindo o conselho de um funcionário do departamento de
elenco, Elizângela Vergueiro, com o qual iniciou sua carreira, ficaria muito
longo.